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A Eterna Demanda

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  • Autor
  • Coleção
  • ISBN 9789898626400
  • PVP 17.69 € (IVA incluído)
  • preço fixo até fim de
  • 1ª Edição maio de 2015
  • Edição atual 1
  • Páginas 304
  • Apresentação Capa Mole
  • Dimensões 150x220x17 mm

Sou suficientemente americana, talvez, para querer casar-me contigo passando por cima de tudo aquilo que sou, mas, ai de mim, chinesa que baste para saber que devo ponderar.

Que pode o conhecimento dos livros contra a experiência íntima da vida? Randolph, jovem de extraordinária criatividade, parece ter um destino traçado para o êxito. Nascido nos Estados Unidos, parte pela Europa e Ásia com o desejo de descobrir o mundo vivendo-o, numa sede interminável de sabedoria.

Numa estadia em Paris, o seu caminho cruza-se com o de Stephanie. Filha de pai chinês e mãe norte-americana, também ela procura compreender e encontrar um lugar que seja seu, dividindo-se entre duas culturas aparentemente opostas. Separados durante longos intervalos e assim entregues aos seus fantasmas pessoais, preparam-se os dois para descobrir que se pode conciliar o conhecimento e a experiência, bem como as heranças ocidental e oriental, mas isso terá um preço.

Décadas depois da sua morte, em 1973, a recente descoberta do manuscrito de A Eterna Demanda, agora editado, revela-nos aquele que talvez seja o trabalho mais pessoal de Pearl S. Buck, nesta sua derradeira obra, uma comovente exploração da identidade que forjamos para nós próprios e para os outros.

O romance perdido, agora redescoberto, de uma das mais amadas escritoras norte-americanas.

Livro Recomendado pelo Plano Nacional de Leitura

Filha de missionários, Pearl S. Buck (1892–1973) nasceu nos Estados Unidos, mas mudou-se para a China com poucos meses. Foi educada num ambiente bilingue, ensinada a respeitar o povo chinês como seu igual, e esta vivência tornou-se absolutamente central na sua obra. Foi missionária e professora na Universidade de Nanquim, viveu de perto os confrontos entre comunistas e nacionalistas na China dos anos 20 e abandonou o país em 1935, para não mais regressar.

Nos Estados Unidos, consagrou-se como escritora graças ao grande êxito de Terra Abençoada, vencedor do Prémio Pulitzer em 1932. Do romance ao ensaio, assinou mais de 80 obras, mas é também reconhecida pela sua defesa veemente dos direitos das mulheres e das minorias étnicas, em particular das asiáticas. Venceu o Prémio Nobel de Literatura em 1938, «pelas suas descrições intensas e verdadeiramente épicas da vida rural na China e pelas suas obras-primas autobiográficas».