• Autor Helen Oyeyemi
  • Ilustrador
  • Coleção Ficção Traduzida
  • ISBN 9789898864116
  • PVP 18,79 € (IVA incluído)
  • preço fixo até fim de abril de 2019
  • 1ª Edição setembro de 2017
  • Edição atual 1.ª
  • Páginas 304
  • Apresentação Capa Mole
  • Dimensões 153 x 235 x 14,5 mm
  • Idade

«Mas a imagem no vidro desloca-se ligeiramente do centro, depois para a esquerda e em seguida para a direita, depois volta para o centro, como se se interrogasse sobre o facto de não estar a refletir tudo o que tem diante de si. Sei que acabou de entrar uma rapariga, mas onde é que ela está?»

 

No inverno de 1953, Rapaz Novak chega a uma pequena cidade do Massachusetts, à procura, segundo acredita, de beleza. Aí, conhece Arturo Whitman, um viúvo local, com quem acaba por casar-se, tornando-se madrasta da sua filha, Neve.

Rapaz nunca tinha pensado vir a tornar-se uma madrasta cruel, mas, após o nascimento da sua filha, Ave, o passado familiar de obsessão com a aparência, que julgara ter deixado para trás, começa a ganhar terreno: Ave nasceu com a pele escura, revelando ao mundo que os Whitman são negros de pele clara que se têm feito passar por brancos. Mesmo divididos, Rapaz, Neve e Ave não conseguem deixar de sentir curiosidade uns pelos outros e, na procura por respostas, terão de confrontar a tirania do espelho: quanto poder têm realmente as superfícies?

Helen Oyeyemi nasceu na Nigéria em 1984 e cresceu em Londres. O seu primeiro romance, The Icarus Girl, foi publicado quando tinha 21 anos, tendo sido traduzido para dezasseis idiomas.

É também autora de Rapaz, Neve, Ave (Elsinore, 2017), White Is for Witching (2009), The Opposite House (2007) e Mr Fox (Relógio d'Água, 2017). Recebeu os prémios Somerset Maughan (2010) e Hurston/Wright Legacy (2012).

Em 2013, foi escolhida pela Granta como uma das melhores jovens escritoras inglesas.





Outros livros da mesma autora

O Que não É Teu não É Teu

Helen Oyeyemi

Em O Que não É Teu não É Teu, todas as chaves são portas, oferendas e um convite à descoberta de um universo onde a beleza poderá, talvez, existir.