• Autor Giorgio van Straten
  • Ilustrador
  • Coleção Ensaio
  • ISBN 9789898864468
  • PVP 14,99 € (IVA incluído)
  • preço fixo até fim de março de 2020
  • 1ª Edição outubro de 2018
  • Edição atual 1.ª
  • Páginas 144
  • Apresentação capa mole
  • Dimensões 135x205x7,5 mm
  • Idade

«Dei-me conta de que os livros perdidos têm algo que os outros não possuem: deixam-nos, a nós, não leitores, a possibilidade de imaginá-los, de contá-los, de reinventá-los.»

Ernest Hemingway, George Byron, Sylvia Plath, Nikolai Gógol, Malcolm Lowry, Bruno Schulz, Romano Bilenchi, Walter Benjamin? Histórias de oito livros perdidos, queimados, rasgados, roubados, simplesmente desaparecidos, que sabemos terem sido escritos, que sabemos existirem. As pistas são fracas e a esperança de os encontrar reduzida, mas procurá-los não será já um modo de os lermos?

Da Florença deste século à Londres regencial, da estepe russa à Praga da Segunda Guerra Mundial, Giorgio Van Straten, no papel de detetive de livros perdidos, guia o leitor pelo espaço e pelo tempo numa viagem fascinante, desenterrando histórias de infâmia, tragédia e oportunidades (de leitura) perdidas.

«Brilhante? uma pequena obra-prima.» - The Guardian

Giorgio van Straten é um escritor e ensaísta italiano.

É o atual diretor do Instituto Italiano de Cultura em Nova Iorque, e da importante revista literária Nuovi Argomenti, fundada por Alberto Moravia na década de 50.

É autor de vários romances, entre os quais Il mio nome a memoria, vencedor do prestigioso prémio literário Viareggio.